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Saúde & bem-estar · 2 min de leitura

Industrializados sem glúten: praticidade não é sinônimo de saúde

Por que o selo “sem glúten” não diz nada sobre açúcar, gordura e sódio, e como escolher melhor.

Por Equipe NutrAlê · ·

Capa do artigo: Industrializados sem glúten: praticidade não é sinônimo de saúde

Os produtos sem glúten salvaram muitas rotinas. Mas o selo informa só uma coisa: que o produto não tem glúten. Ele não diz se o alimento é nutritivo.

O que costuma acontecer

Para compensar a falta do glúten na textura, alguns produtos usam mais açúcar, gordura e amidos refinados. O resultado pode ser um biscoito sem glúten tão ultraprocessado quanto o comum.

Como escolher melhor

  • Olhe a lupa frontal: se indicar “alto em” açúcar adicionado, gordura saturada ou sódio, deixe para consumo ocasional.
  • Compare a tabela por 100 g entre marcas.
  • Prefira listas de ingredientes curtas, com nomes que você reconhece.
  • Busque fibras: produtos com farinhas integrais sem glúten, sementes ou psyllium costumam saciar mais.

O que diz o Guia Alimentar

O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que a base da alimentação seja de alimentos in natura ou minimamente processados, limitando os processados e evitando os ultraprocessados. Isso vale para quem tem restrição também.

Equilíbrio, não culpa

Ter um pão sem glúten pronto no armário para o dia corrido é ótimo. A ideia é que ele seja apoio, não a base de todas as refeições.

Dica da Alê: fotografe dois produtos e pergunte para a Alê qual tem a composição mais interessante para você.

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Fontes e referências

  • Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira, 2ª edição (2014). Acessar a fonte
  • Anvisa. Rotulagem de alimentos. Acessar a fonte

Conteúdo informativo da NutrAlê. Não substitui a orientação de médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde.

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